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terça-feira, novembro 15, 2011

Chanel decora vitrines de Natal da Printemps


Um luxo só: assim são as vitrines de Natal da Printemps, uma das grandes magazines de Paris. A decoração foi assinada por Karl Lagerfeld, estilista da Chanel, e inaugurada na semana passada. "Noël, rêves d'évasion" (Natal, sonhos de escapismo) faz um passeio por cidades como Veneza, Moscou, Londres, Los Angeles, Nova York, Shangai, Tóquio e Biarritz. Em cada uma das 11 janelas, bonecos animados (alguns reproduzindo o próprio Karl) e itens de luxo mostram um Natal de sonhos.

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Galeries Lafayette têm Natal rock
Natal 2010: Vitrines de Paris em vídeo
Vitrines anunciam o Natal em Paris

quarta-feira, novembro 09, 2011

Galeries Lafayette têm Natal rock

Natal é dia de rock, bebê! Pelo menos nas Galeries Lafayette, que revelaram ontem sua decoração natalina. No lugar do tradicional papai Noel, bandas de rock em versão boneca de alta-costura agitam as vitrines. São as Kouklistars, criação do artista americano Andrew Yang, que serão vendidas em edição limitada a 150 euros cada. Até 17 de novembro, os compradores ainda assistirão a shows de rock na loja. Depois, o bom velhinho retoma seu espaço.

 
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quinta-feira, julho 14, 2011

França celebra o Dia da Bastilha


A França celebra neste 14 de julho o Dia da Bastilha — feriado chamado pelos franceses de Fête Nationale ou simplesmente le quatorze juillet. Como em todos os anos, houve uma parada militar na Champs-Elysées, em Paris, diante do presidente Nicolas Sarkozy — grávida, a primeira-dama Carla Bruni não compareceu ao evento.

O feriado relembra a Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, marco da Revolução Francesa. À época, a monarquia absolutista que reinava no país enriquecia explorando a camada baixa da população — os "comuns" ou Terceiro Estado. A nobreza e o clero eram isentos de pagar impostos, cobrados apenas dos comuns, por exemplo.

Construída em 1370 no bairro parisiense de Saint-Antoine, a Bastilha era uma prisão que abrigava aqueles que se opunham ao governo ou à religião oficial. No dia 14 de julho, temendo uma repressão sangrenta das tropas reais ao povo de Paris, uma multidão se apassou de armas nos Invalides e partiu para a Bastilha em busca de pólvora.

Os guardas da prisão reagiram, dando início a um massacre que terminaria com pelo menos 99 mortos. Os presos foram soltos e a Bastilha, incendiada. A data ficou marcada na história por representar o início da participação popular no movimento da Revolução Francesa. Depois da Queda da Bastilha, a Assembleia Constituinte aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.

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sábado, julho 02, 2011

Lista: Museus e monumentos mais visitados de Paris

Qual é a atração mais visitada de Paris? A resposta mais óbvia seria a Torre Eiffel, mas a resposta correta é a Catedral de Notre-Dame. Segundo relatório do Office du tourisme et des congrès de Paris divulgado esta semana, a igreja recebeu 13,6 milhões de visitantes em 2010 enquanto a torre atraiu 6,7 milhões. Em segundo lugar, veio a Basília do Sacré-Coeur (10,5 milhões de visitantes).

Mesmo quando são excluídos os pontos turísticos gratuitos, como a Notre-Dame e a Sacré-Coeur, a torre não atinge o topo da lista. A liderança entre museus e monumentos que cobram ingresso é ocupada pelo Louvre (8,3 milhões de visitantes). Veja a lista completa abaixo.

1. Notre-Dame de Paris 13.650.000
3. Museu do Louvre 8.346.361
4. Torre Eiffel 6.700.000
5. Centre Pompidou 3.130.000
6. Museu d’Orsay 2.985.510
10. Grand Palais 1.542.017

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Versailles recebe nova mostra de arte

terça-feira, março 29, 2011

Divulgado trailer do longa de Woody Allen filmado em Paris


Uma pequena mostra da Paris vista por Woody Allen... "Midnight in Paris", longa do diretor filmado na capital francesa, só estreia em 11 de maio, na abertura do Festival de Cannes, mas já teve seu trailer divulgado. A comédia tem no elenco a primeira-dama francesa, Carla Bruni, Marion Cotillard, Owen Wilson, Rachel McAdams, Kathy Bates e Adrien Brody.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Liquidação de inverno 2011 começa hoje

A temporada de inverno das liquidações começa hoje em Paris e segue até 15 de fevereiro. Os comerciantes esperam recuperar com os soldes d'hiver os prejuízos causados pela neve. A expectativa se justifica: esta é a época em que mais se vende roupa no país, de acordo com o Institut français de la mode — representa 13% das vendas de todo o ano, superando a temporada de verão das liquidações (11%) e até mesmo o Natal (10%).

O site Shopping by Paris oferece cupons com descontos adicionais em lojas, hotéis e restaurantes — flyer e lista completa (em francês). Brasileiros podem ter descontos ainda maiores, por conta do détaxe para turistas de fora da União Europeia. Nas compras acima de 175 euros no mesmo dia na mesma loja que tenha o selo Tax-Free, peça o formulário de reembolso. Vale lembrar que, na França, as lojas costumam fechar aos domingos. De segunda a sábado, funcionam normalmente das 9h à 19h — as pequenas fecham para almoço.

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Vitrines de Paris em junho de 2010

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Tudo são flores no hotel George V Paris

Four Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Lobby Rosa 2Para se destacar no mercado de hospedagem de luxo, os hotéis de Paris precisam investir para além dos quartos. O Four Seasons George V se sobressai particularmente por seus arranjos florais, que impressionam os hóspedes logo na entrada.

O responsável por tamanha beleza é Jeff Leatham, diretor artístico da filial parisiense da cadeia internacional Four Seasons. A intenção de se diferenciar dos muitos outros hotéis de luxo da cidade por meio das flores tem dado resultado: Leatham já foi considerado por três anos o melhor florista de hotéis da Europa.

A cada três semanas, o prédio recebe uma nova decoração, com cerca de 25 grandes arranjos em áreas públicas e de 150 pequenos arranjos espalhados por outros espaços. Mais do que buquês, Leatham cria esculturas com flores num estilo bastante peculiar, que lhe garante uma assinatura própria.

A principal característica de seus arranjos é o benefício da forma em detrimento da cor — raramente mistura tons e espécies. Flores de talo longo são estrategicamente colocadas na diagonal sobre enormes vasos transparentes ou pretos. Suas favoritas são hortênsias, orquídeas e lírios callas negros, sempre acompanhados por pétalas de rosas e velas.

Tanto luxo tem preço: para se hospedar no George V, paga-se no mínimo 750 euros por noite. Mas entrar e conhecer as criações de Jeff Leatham é de graça — 31, avenue George V, próximo à Champs-Élysèes.
Four Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Lobby BrancoFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Lobby VerdeFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - SpaFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Health ClubFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Deluxe roomFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - GallerieFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - MesaFour Seasons George V Paris - Jeff Leatham - Mesa 2

domingo, janeiro 02, 2011

Paris festeja 2011 sem fogos ou luzes

As festas nas ruas de Paris para receber 2011 dependeram unicamente da animação de franceses e turistas. Na noite de São Silvestre, como é chamado o dia 31 de dezembro na França, não houve show de fogos ou de luzes. Ainda assim, 350 mil pessoas viraram o ano na Champs-Élysées e 35 mil no entorno da Torre Eiffel.

A razão oficial para o não investimento em comemorações públicas foi a segurança. O governo avalia a estratégia como bem-sucedida, no entanto se nega a divulgar a quantidade de carros incendiados pelo país — uma espécie de "tradição" da data.

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quinta-feira, dezembro 09, 2010

Fotos: Paris sob a neve neste dezembro de 2010

 Catedral de Notre Dame

As belas fotos de Paris coberta pela neve, publicadas entre ontem e hoje por jornais franceses, expõem o lado romântico do frio. Turistas se divertiram tirando fotos dos telhados branquinhos, crianças construiram bonecos de neve.

O lado cruel é que a cidade parou ontem, devido à maior nevasca desde 1987 na região de Ile-de-France. As estradas ficaram intransitáveis e muita gente não conseguiu chegar à sua casa. Os aeroportos foram fechados. A Torre Eiffel não recebeu visitantes. Hoje, Paris começa a retomar sua rotina.

Champ de mars e Torre Eiffel


Champs-Élysées

Place Gambetta

Museu do Louvre

Palácio de Versailles

Jardin des Tuileries

Place Clemenceau

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quinta-feira, novembro 11, 2010

Danuza Leão: "Dá para acreditar que nunca subi na torre?"

Nem sei quantas vezes fui a Paris; mais de 50, com certeza. Oitenta, talvez? Impossível saber. Teria a obrigação de conhecer a cidade pelo avesso, é claro, mas não.

Como tenho o hábito de voltar aos lugares que adoro, acabo ficando no mesmo hotel, andando a pé pelo mesmo bairro, indo a um já conhecido bistrô, comendo um prato que ficou na memória, e na hora de voltar me dou conta de tudo que deixei de fazer. Da próxima, vou levar uma lista e fazer tudo como se fosse a primeira vez, juro.

Dá para acreditar que nunca subi na Torre Eiffel? Sei direitinho o que devo fazer: reservar uma mesa no Jules Verne, perto da janela, e chegar antes de escurecer, para ver as luzes de Paris se acendendo, parece que não há nada mais lindo.

No Arco do Triunfo também nunca subi; lá de cima vê-se as 12 avenidas, como as pontas de uma estrela, talvez o traçado mais bonito de qualquer das cidades mais bonitas do mundo, ah, tenho que ir, tenho que ir.

Já vi o túmulo de Napoleão, nos Invalides, mais de uma vez, mas sempre quero ver de novo; na verdade, deveria ir a cada viagem, tal a impressão que me faz - adoro Napoleão.

E se não estiver muito frio, poderia perfeitamente ir andando até a praça da Concórdia e dar uma volta de roda-gigante, coisa que também nunca fiz, e lá de cima olhar os jardins das Tulherias, o Champs Elysées.

Dessa vez eu vou, palavra. E outra coisa que também nunca fiz, e que deveria ser a primeira, é tomar um ônibus desses abertos, e percorrer toda a cidade; é essa história de não querer fazer programa de turista que atrapalha a vida, e afinal o que eu sou, quando estou lá? Mais uma turista, como tantas.

De todos os ângulos

E o "bateau-mouche"? Em uma hora faço um passeio lindo e vejo a cidade de outro ângulo, olhando para os edifícios nos dois lados do Sena, e escolhendo o apartamento que quero para mim, adoro brincar disso.

Ah, e outra coisa fundamental: rever a Conciergerie, onde Maria Antonieta ficou presa. Não me esqueço dos bilhetes que ela escrevia para seu amado, o conde Fersen. Escrevia é modo de dizer: com um alfinete, ela fazia furinhos num papel, letra por letra, pode ser mais emocionante?

E Versailles? A cada viagem eu juro que vou, preciso voltar, mas não sei porque, não volto. Preguiça, e também porque é tão bom viajar sem ter que fazer nada, só ir vivendo, sem compromisso algum.

Da próxima, Versailles não me escapa, prometo, mas vou deixar Giverny, onde está o jardim de Monet, para a primavera - dá para acreditar que nunca fui lá? Tenho até vergonha de confessar.

Uma parisiense

Mas ainda falta tanta coisa: a maison Árabe, a Sainte Chapelle, e para me sentir uma verdadeira parisiense ainda tenho que pegar uma bicicleta e passear pela cidade, e nem que volte mais dez vezes vou dar conta de tudo.

E ainda tem as centenas de restaurantes que nunca vou conhecer, nem que viva mil anos. E o museu Rodin (www.musee-rodin.fr), onde eu tinha combinado comigo mesma de ir no último dia da última viagem?

Mas era junho, e estava uma tarde linda, e os cafés nas calçadas estavam cheios, e a cidade parecia uma festa, e eu pensei "vou ao Rodin ou sento numa terrasse, peço um Ricard e fico só olhando, até a hora de ir para o aeroporto?".

É claro que foi o que fiz, e esse tipo de coisa me acontece a cada viagem, porque acabo privilegiando mais os bons momentos que tenho comigo mesma do que vendo a mais fantástica obra de arte do mais remoto país.

Mas sabe o que é também? Não quero nem entrar na fila para entrar no Louvre, nem ver a Mona Lisa cercada por 300 pessoas, todas tentando fotografar o quadro com o celular.

Para ser sincera, não me arrependo dessas escolhas, teoricamente erradas, porque tive momentos de felicidade plena, total.

Mas da próxima vez vou embarcar numa bem de turista, e deixar só os últimos três dias para fazer o que quero e mais adoro, quando viajo, isto é: nada.

*

Texto de Danuza Leão publicado na edição de hoje do caderno Turismo da Folha de S.Paulo.

terça-feira, outubro 12, 2010

Rose: Vídeo, letra e tradução de Comment C'était Déjà



Tourne-disque qui crépite au loin  Toca disco que estala ao longe
Sergent Pepper sur un dimanche matin  Sergent Pepper numa manhã de domingo
On s'rappelle jamais trop bien  A gente nunca se lembra muito bem
Les souvenirs auxquels on tient  Das lembranças que guardamos

Comment c'était déjà  Como já era
Comment c'était  Como era
Quand ça fasait rien quand on tombait  Quando não nos machucávamos ao cair
Un peu de rouge sur les genoux  Um vermelho no joelho
Un peu de rouge qui soignait tout  Um vermelho que curava tudo
Isn't she lovely comme si c'était moi  Isn't she lovely como se fosse eu
Les cheveux longs, les chemises en soie  Os cabelos longos, as camisas de seda
La moto, les tiges qu'il fumait  A moto, o cigarro que ele fumava
Les dessins qui s'envolaient  Os desenhos que evaporavam

Et toi t'étais même pas née  E você não havia nem nascido
J'étais heureuse moi tu sais  Eu era feliz, você sabe
Trois petits tours et puis trente ans  Três voltinhas e, então, trinta anos
Un, deux, trois soleil on est grand  Um, dos, trés sóis, a gente está grande
Sauf que d'être grand moi j'ai pas l'cran  Mas, de ser grande, eu não tenho coragem

La machine à coudre qui ronronnait  A máquina de costura que ronronava
Les bouts de tissu à nos pieds  Os retalhes nos nossos pés
Tout avait un sens et c'était déjà ça  Tudo tinha um sentido e já era assim
Comment c'était déjà  Como já era
Et le monde comme un tourniquet  E o mundo como uma porta giratória
Ne s'arrêtait jamais d'tourner  Não parava nunca de rodar
Et la vie sentait bon l'embrun  E a vida cheirava ao spray
Les cyprès du parc Chambrun  Aos cipestres do parque Chambrun

Et toi t'étais même pas là  E você não estava aí
J'étais heureuse moi déjà  Eu já era feliz
Trois petits tours et puis trente ans  Três voltinhas e, então, trinta anos
Un, deux, trois soleil on est grand  Um, dois, três sóis, a gente está grande
Sauf que d'être grand moi j'ai pas le cran  Mas, de ser grande, eu não tenho coragem

Et toi t'étais même pas née  E você não havia nem mesmo nascido
J'étais heureuse moi tu sais  Eu era feliz, você sabe
Trois petits tours et puis trente ans  Três voltinhas e, então, trinta anos
Un deux trois soleil on est grand  Um, dois, três sóis, a gente está grande
Sauf que d'être grand moi j'ai pas le cran  Mas, de ser grande, eu não tenho coragem

Mais où s'en vont finir leurs jours  Mas onde vão viver seus últimos dias
Les beaux rêves, les grands amours  Os belos sonhos, os grandes amores
Où s'enfuient donc ces bouts de temps  Onde se escondem esses retalhos do tempo
Ça s'ra comment dis  Como será, diga
ça s'ra comment?  Como será?

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segunda-feira, setembro 27, 2010

Paris tem novo alerta de bomba falso

Um novo alerta de bomba se provou falso na tarde de hoje, em Paris. Desta vez, a denúncia apontava como alvo a estação de metrô Saint-Lazare, que foi esvaziada por cerca de 30 minutos — entre 13h40 e 14h10, hora local. Há duas semanas, suspeita semelhante levou a polícia a fechar a Torre Eiffel, o Campo de Marte e a estação de trem Saint-Michel.

O medo crescente tem sido alimentado pelo governo. Segundo o ministro do Interior francês, Brice Hortefeux, a ameaça é "real" e "iminente". O diretor-geral da Polícia Nacional, Frédéric Péchenard, afirma que tem "sérias indicações vindas de fontes confiáveis mostrando que existe um risco importante de atentado".

Excluídos os falsos alertas de bomba, o único fato com que a polícia trabalha é o sequestro de sete pessoas — sendo cinco delas francesas — no norte da Nigéria, em 16 de setembro, reivindicado pelo grupo Al Qaeda no Maghreb Islâmico (Aqmi). Desde 1996 a França não registra atentados terroristas.

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terça-feira, setembro 14, 2010

Suspeita de bomba esvazia Torre Eiffel

Uma série de telefonemas com ameaças de bomba levou a polícia francesa a esvaziar a Torre Eiffel, o Campo de Marte e a estação de trem Saint-Michel, em Paris, por volta das 21h desta terça-feira (hora local). Cerca de duas mil pessoas foram retiradas do entorno — "calmamente", segundo relatos. Pouco antes da meia-noite, a polícia informou que nenhuma bomba ou artefato suspeito foi encontrado.

quinta-feira, setembro 09, 2010

Quanto custa um imóvel na França?


O sonho de morar na França tem um preço para virar realidade. O metro quadrado de um apartamento nas cidades mais importantes do país custa cerca de 2 mil euros, com grande variação regional. Em Paris, a média pode superar os 9 mil euros.

Segundo dados do Conseil supérieur du notariat, em Limoges — capital administrativa da região Limousin) — cobrou-se o menor valor pelo metro quadrado de apartamentos antigos entre 1º de janeiro e 31 de março deste ano, em torno de 1.240 euros [mapa acima]. Paris esteve no extremo oposto: média de 6.434 por metro quadrado.

O preço de imóveis na capital está diretamente relacionado à sua localização [mapa abaixo]. Enquanto nos arrondissements mais afastados o metro quadrado de um apartamento antigo valia cerca de 5 mil euros (5.350 no 19e, 5.450 no 10e e 5.900 no 18e) no segundo trimestre deste ano, nos mais centrais a média se aproximava dos 10 mil euros (9.900 no 6e, 9.730 no 7e e 9.560 no 4e).

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quarta-feira, julho 14, 2010

França celebra o 14 de julho, dia da Bastilha

Dia da Bastilha - Bertrand Langlois - AFP
Neste 14 de julho, a França celebra o Dia da Bastilha — feriado chamado pelos franceses de Fête Nationale ou simplesmente le quatorze juillet. Uma parada militar na Champs-Elysées, em Paris, foi a principal atração nesta manhã. Mesmo sob chuva, caças coloriram o céu da capital com as cores da bandeira francesa durante a festa, que relembra a Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, marco da Revolução Francesa.

À época, a monarquia absolutista que reinava no país enriquecia explorando a camada baixa da população — os "comuns" ou Terceiro Estado. A nobreza e o clero eram isentos de pagar impostos, cobrados apenas dos comuns, por exemplo.

Construída em 1370 no bairro parisiense de Saint-Antoine, a Bastilha era uma prisão que abrigava aqueles que se opunham ao governo ou à religião oficial. No dia 14 de julho, temendo uma repressão sangrenta das tropas reais ao povo de Paris, uma multidão se apassou de armas nos Invalides e partiu para a Bastilha em busca de pólvora.

Os guardas da prisão reagiram, dando início a um massacre que terminaria com pelo menos 99 mortos. Os presos foram soltos e a Bastilha, incendiada. A data ficou marcada na história por representar o início da participação popular no movimento da Revolução Francesa. Depois da Queda da Bastilha, a Assembleia Constituinte aprovou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
 
Caças sobrevoam Paris durante o desfile da Bastilha - AFP Dia da Bastilha - Mal Langsdon - Reuters 2 Dia da Bastilha - Remy de la Mauviniere - AP
Mesmo sob chuva, caças coloriram o céu de Paris com as cores da bandeira francesa, na manhã de hoje.

 
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segunda-feira, junho 14, 2010

Paris é a 16ª cidade mais cara do mundo

Entre 400 cidades do mundo, Paris é a 16ª mais cara para cidadãos estrangeiros. Entre os países europeus, a capital da França fica na 10ª posição. O ranking foi divulgado hoje pela Eca International, empresa britânica de recursos humanos, a partir de estudo dos preços de bens e serviços nessas localidades (habitação, alimentação, transporte, vestuário, lazer etc.).

Outras duas representantes francesas aparecem na lista: Estrasburgo (32º) e Lyon (42º). Tóquio é a cidade em que estrangeiros precisam gastar mais para se manter, seguida de Oslo e Luanda. O Rio de Janeiro lidera entre os países do continente americano, na 28ª posição.

:: As cidades mais caras do mundo em 2010

1. Tóquio (Japão)
2. Oslo (Noruega)
3. Luanda (Angola)
4. Nagóia (Japão)
5. Iocoama (Japão)
6. Stavanger (Noruega)
7. Kobe (Japão)
8. Copenhagen (Dinamarca)
9. Genebra (Suíça)
10. Zurique (Suíça)
16. Paris (França)
28. Rio de Janeiro (Brasil)
32. Estrasburgo (França)

segunda-feira, maio 24, 2010

Fotos: Champs-Élysées vira fazenda

 Símbolo do luxo de Paris, a avenida Champs-Élysées vive dias de fazenda. Agricultores cobriram neste domingo trecho de 1,2 quilômetro a partir do Arco do Triunfo com terra, 150 mil plantas e alguns animais — vacas, porcos, cabras e ovelhas. O objetivo é chamar atenção para a crise enfrentada pelo setor. A "fazenda" já atraiu o presidente e a primeira-dama franceses, Nicolas Sarkozy e Carla Bruni, e deve receber a visita de mais dois milhões de pessoas até amanhã.